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Rui Gonçalves sofre onda de azar no Grande Prémio da Turquia de Motocross

 O azar continua a perseguir Rui Gonçalves nesta fase inicial do Campeonato do Mundo de Motocross. Agora, aconteceu no G.P. da Turquia, terceira jornada da competição, onde o lusitano só conseguiu terminar a segunda manga MX2 no 14.º lugar, sendo também essa a posição que ocupa no Campeonato.
 
 

 

Rui Gonçalves está em verdadeira maré de azar. Após a desistência na jornada inaugural do Campeonato, com a moto presa na lama de Faenza, e dos problemas mecânicos que prejudicaram o desempenho na Bulgária, desta vez várias peripécias estragaram o fim-de-semana em Istambul.


O primeiro problema aconteceu no Sábado, durante a manga de qualificação. A quatro voltas do fim o português estava a andar muito bem, instalado no 4.º posto e em luta com os melhores, mas uma queda implicou o abandono. Este facto ditou uma péssima colocação na grelha de partida para as corridas de hoje – a 36.ª posição, entre 37 participantes na classe MX2. "A moto parou antes de um salto e caí bastante forte," esclareceu Gonçalves. "Por causa disso, hoje fiquei colocado no ‘exterior’ da grelha, o que torna o arranque mais difícil porque é preciso percorrer mais metros até à primeira curva."


Rui Gonçalves voltou a demonstrar que está em boa forma, ao ser o 3.º mais rápido no "warm-up". Todavia, a infelicidade atingiu-o outra vez num momento crucial: na primeira manga, pouco depois do arranque sofreu um ‘toque’ de outro piloto que ditou a saída de pista na primeira curva do circuito. O lusitano perdeu bastante tempo, ainda recuperou a sua moto para prosseguir, mas acabou por renunciar após duas voltas à pista turca.


"Um toque fez-me sair da pista", explicou Rui Gonçalves. "A rede verde da vedação enrolou-se no travão traseiro, alguns membros do público tentaram tirar essa rede mas acabaram por arrancar o pino que segura o calço do travão. Ainda tentei continuar mas o calço do travão traseiro estava destruído, a moto bloqueava… tive mesmo de desistir."

explicou Rui Gonçalves. "A rede verde da vedação enrolou-se no travão traseiro, alguns membros do público tentaram tirar essa rede mas acabaram por arrancar o pino que segura o calço do travão. Ainda tentei continuar mas o calço do travão traseiro estava destruído, a moto bloqueava… tive mesmo de desistir."

"Um toque fez-me sair da pista", explicou Rui Gonçalves. "A rede verde da vedação enrolou-se no travão traseiro, alguns membros do público tentaram tirar essa rede mas acabaram por arrancar o pino que segura o calço do travão. Ainda tentei continuar mas o calço do travão traseiro estava destruído, a moto bloqueava… tive mesmo de desistir."

explicou Rui Gonçalves. "A rede verde da vedação enrolou-se no travão traseiro, alguns membros do público tentaram tirar essa rede mas acabaram por arrancar o pino que segura o calço do travão. Ainda tentei continuar mas o calço do travão traseiro estava destruído, a moto bloqueava… tive mesmo de desistir."

Na segunda manga o piloto de Vidago até arrancou satisfatoriamente, instalando-se no 18.º lugar que ocupou durante a primeira metade da corrida. Numa pista cujo traçado dificulta bastante as ultrapassagens, na segunda parte da prova Gonçalves conseguiu passar alguns adversários, chegando ao fim no 14.º posto.


Face às peripécias descritas, Rui Gonçalves apenas conseguiu marcar 7 pontos, baixando para o 14.º lugar no Campeonato da classe MX2. Porém, a época é bastante longa – ainda só estão disputadas três das quinze jornadas do "Mundial" – e o piloto português têm condições para rapidamente entrar nos lugares cimeiros. Algo que pode muito bem acontecer já na próxima ronda, o G.P. do Benelux – a disputar na arenosa pista holandesa de Walkenswaard, que Gonçalves conhece muito bem. "Até agora têm acontecido problemas, mas fisicamente sinto-me bem, e em Walkenswaard tentarei andar nos lugares da frente para marcar os bons pontos que eu quero."


O francês Gautier Paulin mantém a liderança no "Mundial" MX2, tendo ganho a primeira manga turca, enquanto na segunda levou a melhor o norte-americano Zach Osborne. Quanto à classe MX1, o italiano António Cairoli venceu as duas mangas disputadas e subiu ao comando da competição.


Como ficou dito, a próxima jornada do Campeonato será o G.P. do Benelux, a disputar no último fim-de-semana de Abril, seguindo-se depois o G.P. de Portugal, nos dias 9 e 10 de Maio.


Campeonato


MX2:
1.º Gautier Paulin (Kawasaki) 108 pontos; 2.º Marvin Musquin (Honda) 103; 3.º Davide Guarneri (Yamaha) 78; 4.º Xavier Boog (Suzuki) 73; 5.º Zach Osborne (Yamaha) 68; 6.º Steven Frossard (Kawasaki) 53; … 14.º Rui Gonçalves (KTM) 31; etc.
1.º Gautier Paulin (Kawasaki) 108 pontos; 2.º Marvin Musquin (Honda) 103; 3.º Davide Guarneri (Yamaha) 78; 4.º Xavier Boog (Suzuki) 73; 5.º Zach Osborne (Yamaha) 68; 6.º Steven Frossard (Kawasaki) 53; … 14.º Rui Gonçalves (KTM) 31; etc.
 
MX1:
1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

Campeonato


MX2:
1.º Gautier Paulin (Kawasaki) 108 pontos; 2.º Marvin Musquin (Honda) 103; 3.º Davide Guarneri (Yamaha) 78; 4.º Xavier Boog (Suzuki) 73; 5.º Zach Osborne (Yamaha) 68; 6.º Steven Frossard (Kawasaki) 53; … 14.º Rui Gonçalves (KTM) 31; etc.
1.º Gautier Paulin (Kawasaki) 108 pontos; 2.º Marvin Musquin (Honda) 103; 3.º Davide Guarneri (Yamaha) 78; 4.º Xavier Boog (Suzuki) 73; 5.º Zach Osborne (Yamaha) 68; 6.º Steven Frossard (Kawasaki) 53; … 14.º Rui Gonçalves (KTM) 31; etc.
 
MX1:
 1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

 
MX1:
1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

1.º Antonio Cairoli (Yamaha) 98; 2.º Ken de Dycker (Suzuki) 94; 3.º David Philippaerts (Yamaha) 88; 4.º Joshua Coppins (Yamaha) 85; 5.º Jonathan Barragan (KTM) 83; 6.º Steve Ramon (Suzuki) 78; etc.

 
 
 Fonte: Federação Nacional de Motociclismo
                       
                                             

 

 

 

 

 
 
 

 


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